
Surge um novo capitulo no imbróglio entre a prefeitura de Goiânia e os servidores administrativos da Educação. Um pedido de tutela de emergência feito pela Prefeitura de Goiânia que alegava ser ilegal a greve, foi indeferido pela justiça de Goiás na noite de ontem (26). Sendo assim, a greve continua e vai completa um mês de reivindicações no próximo dia 2 de novembro.
No documento indeferido pela justiça, a Prefeitura argumenta entre outras teses que a greve foi deflagrada em meio às negociações entre o Poder Municipal e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). Na contramão a Justiça recusou as argumentações da Prefeitura e alegou que os trâmites que deram origem à greve estavam dentro da legalidade.